REGÊNCIA

Coordenação

Zoya Alves Maia possui mestrado em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007), graduação em Música - Bacharelado pela Universidade Estácio de Sá (1997), graduação em Licenciatura Plena em Educação Artística – Habilitação em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música (2003). Atualmente é coordenadora dos cursos de graduação do Conservatório Brasileiro de Música - Centro Universitário Brasileiro de Educação (CBM-UNICBE). Ocupa o cargo de Professor I na Prefeitura do Rio de Janeiro na Escola Municipal Campo dos Afonsos.

Justificativa

Regência é a arte de conduzir um grupo de músicos e/ou cantores através dos gestos. Tendo apenas esse parâmetro como definição, parece simples o que os regentes fazem diante de uma orquestra ou de um coro. Porém, atrás dessa mímica estão contidos vários elementos, como fraseado e expressão, sem os quais os movimentos corporais, marcando simplesmente o andamento, não conseguiriam extrair a verdadeira essência da obra executada. É importante dizer que o regente existe desde que duas pessoas ou mais decidiram fazer música em conjunto. Mesmo em um quarteto de cordas ou um duo de piano existe a necessidade de um líder, um coordenador. Claro que, quanto menor o grupo, maiores são as possibilidades de discussão e busca de uma interpretação com a conciliação de ideias entre todos. À medida que este grupo vai se ampliando, maior é a necessidade de uma cabeça pensante para liderar o trabalho e unificar as ideias. Foi o que aconteceu nos períodos da renascença e barroco, onde o regente, ou líder musical, inicialmente fazia parte do corpo executante, seja como instrumentista, seja como compositor executante. Palestrina, Bach e Haendel dirigiam suas obras religiosas, assim como, posteriormente, Haydn e Mozart, suas sinfonias e concertos. O surgimento do regente, como figura externa ao corpo executante, quase sempre de casaca e batuta na mão, surge gradualmente entre os séculos XVIII e XIX, muito em função de grandes mudanças orquestrais ocorridas naqueles períodos, principalmente por Beethoven (Questionamentos sobre a atuação do regente: o ensino da performance. Silvio César Lemos Viegas. Dissertação de Mestrado, Escola de Música UFMG: 2009). A figura do maestro ou regente ainda é envolta numa atmosfera de magia e mistério. E, se é verdade que para a realização de concerto seja necessário um toque mágico, 99% do trabalho depende de muito conhecimento, uma boa técnica e um profundo estudo prévio das partituras. Vale destacar que, embora a técnica da regência tenha evoluído, fundamentando-se hoje em objetivos criteriosos, o ponto decisivo é que haja uma comunicação efetiva entre maestro e músicos. Isso quer dizer que é possível um maestro sem um bom preparo técnico de regência, conseguir bons resultados graças a uma intimidade com os músicos, com a qual cria-se um “código” de comunicação entre eles. Esse código, porém, só tem validade se for construído sob uma sólida e bem construída técnica de regência que tem por objetivo ser universal. Há um mercado em franca expansão para os regentes corais. Atualmente existem inúmeras e diversificadas formações corais que exigem a presença de profissional habilitado para conduzi-los. Atualmente existem corais em escolas, universidades, empresas de todo tipo que oferecem aos seus funcionários a prática de canto coral como forma de ajudar na melhoria da qualidade de vida dos mesmos. Aliviar as tensões diárias através do canto. Esta é uma das alternativas que algumas empresas têm recorrido para diminuir o estresse entre os funcionários e tornar o ambiente de trabalho mais agradável. Orientados por regentes, os empregados organizam-se em pequenos grupos, formam corais e, às vezes, chegam a revelar talentos antes ofuscados pelo anonimato. Como exemplo podemos citar algumas empresas que têm corais em seus quadros. Algumas possuem um programa nacional de corais, como o SESC que possui 112 corais em todo o brasil. A Petrobrás possui 36 corais de funcionários no Brasil. No Rio de Janeiro as seguintes empresas possuem corais: Vale, Rede Globo, TSJ, Correios, Fetransport, Gerdau, entre inúmeras outras. Matéria da Rede Globo de TV destacando a importância social dos corais nas empresas: Globo Vídeos - VIDEO - Empresas estimulam funcionários a formar corais (https://www.youtube.com/watch?v=efcpaHDF23s). O curso está estruturado em oito semestres letivos, com carga horária total de 2.540 horas e é destinado às pessoas que queiram desenvolver habilidades específicas da área de regência orquestral e coral. Oferece oportunidades de aprofundamento em estudos teóricos e analíticos do repertório coro orquestral dos diferentes períodos históricos da música ocidental e suas aplicabilidades diante dos grupos artísticos. Propõe-se a dar formação profissional na área, habilitando os alunos a organizar, planejar, conduzir e interpretar música coral/orquestral.

Processo Seletivo

Nesta forma de ingresso, o candidato fará as provas estabelecidas, constantes do Edital. Para se inscrever, o candidato deverá ter concluído o Ensino Médio (ou equivalente). A inscrição pode ser feita pela internet (www.cbmmusica.edu.br) ou na sede do CBM-UniCBE. A comprovação de conclusão do ensino médio deverá, obrigatoriamente, ser apresentada no ato da matrícula, juntamente com o Contrato de Prestação de Serviços Educacionais, devidamente assinado.

Transferências

Passagem do vínculo do estudante regular de uma Instituição de Ensino para o CBM-UniCBE, com a finalidade de prosseguimento de estudos no mesmo curso de origem. O interessado deverá acessar o site do CBM-UniCBE (www.cbmmusica.edu.br), em Downloads, Edital, Transferência Externa, e verificar a solicitação da documentação necessária para deferimento da transferência. Aguardar o deferimento, pelo Coordenador do Curso, que ocorrerá após estudo curricular, obedecendo-se ao controle de vagas por curso. No ato da matrícula, o candidato deverá assinar o Contrato de Prestação de Serviços Educacionais.

Obs.: O processo de transferência entre IES está sujeito à análise da documentação apresentada, nos termos da legislação e das normas vigentes.

Transferência para outras instituições de Ensino Superior

Passagem do vínculo do estudante regular do CBM-UniCBE para outra Instituição de Ensino Superior, com a finalidade de prosseguimento de estudos no mesmo curso de origem. O aluno deverá preencher requerimento na secretaria do CBM-UniCBE, solicitando o histórico e conteúdo programático das disciplinas cursadas.

Ao solicitar a documentação necessária, o aluno deverá trancar sua matrícula automaticamente, para não caracterizar abandono de curso. A solicitação de Transferência Externa para outra IES não exime o aluno da responsabilidade pelo pagamento das mensalidades vencidas até o dia da solicitação.

Transferência Interna

Passagem do vínculo do estudante regularmente matriculado de um curso para outro dentro do CBM-UniCBE, respeitando o prazo de integralização curricular. O aluno deverá preencher requerimento na secretaria do CBM-UniCBE, solicitando a transferência e análise curricular, sujeita a aprovação da coordenação, podendo ou não o aluno ser submetido a provas de adequação ao novo curso pleiteado.

O Ensino Médio Completo é pré-requisito para o ingresso no curso

Duração

4 anos

Investimentos

Consulte os preços na Central de Matrículas pelo telefone (21) 3478-7600.

Local da Oferta

Avenida Graça Aranha, nº. 57, 12º andar, Castelo, Rio de Janeiro, RJ.

Referência: Metrô - Estação Cinelândia, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Biblioteca Nacional, FUNART, Ministério do Trabalho e Vale.

Turnos

Manhã e Noite

Documentação

Cópias de:

  • Carteira de Identidade;
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Certidão de Registro Civil (nascimento, casamento, separação judicial ou divórcio);
  • Diploma de curso superior de graduação (ou de curso equivalente);
  • Histórico Acadêmico de curso superior de graduação;
  • Título de Eleitor;
  • Comprovação de Situação Militar (se for o caso);
  • Comprovante de Residência;
  • 1 foto 3x4 (recente);

Observação: O(a) candidato(a) deverá apresentar a documentação, obrigatoriamente, no ato da matrícula.

Considerações Finais

  1. Vagas limitadas.
  2. A realização do curso está sujeita à quantidade mínima de matrículas.